jan
11

Segurança em smartphones com Android

Como a mídia e as empresas de segurança têm divulgado relatórios recentes que demosntram o aumento gigantesco de malwares, vírus e Trojans na plataforma Android, o usuário pode não saber o que fazer para resolver essas preocupações de segurança. Felizmente para nós, o sistema operacional Android é open source, o que significa que não há restrições de segurança. Você pode tornar o dispositivo mais acessível ou mais fechado como achar melhor.

Você não precisa ser um especialista no Android para aprender poder utiliza-lo corretamente. Com algumas dicas e aderir a um regime de “pensar antes de instalar”, nós iremos aumentar consideravelmente a segurança do seu smartphone e/ou tablet que utiliza a plataforma Android.
Segue abaixo algumas dicas que você pode usar e aproveite para difundir o conhecimento entre os outros usuários e – mais importante de todas – a aumentar a segurança do seu dispositivo:

1.) Muitas pessoas se esquecem de habilitar um bloqueio de tela com senha. Esta configuração é a primeira medida a ser adotada, pois caso seu telefone seja roubado ou perdido, este será a primeira forma que garantir que outras pessoas não acessem seus dados. Para habilitar esta opção acesse: “Configurações” -> “Localização e segurança” -> “Configurar bloqueio de tela”. Você poderar utilizar uma senha, PIN ou até impressões digitais. Voltando em “Localização e segurança”, altere também o “Tempo de bloqueio”, para o mínimo possível.

2.) A última coisa que você gostaria que acontecesse é entregar todos os seus dados e senhas para terceiros. Por isso, evite armazenar senhas e dados de acesso a recursos empresariais ou pessoais no telefone, se for fazer, utilize Criptografia. A melhor prática é nunca armazenar nada, esta prática é indispensável para manter seus dados pessoais seguros. Quando você navega na internet ou acessa as redes sociais, tenho cuidado para que nenhum usuário e senha sejam gravados localmente, para fazer isso acesse as configurações do seu navegador (browser) e desabilite a opção “Lembrar senhas” e “Lembrar dados de formulários”. Além disso, faça uma limpeza em seu telefone, clique em:
- Limpar cache – Para remover todo conteúdo armazenado;
- Limpar histório – Para remover todo histórico de navegação;
- Limpar senhas – Para remover todas as senhas armazenadas;

3.) Os aparelhos Android utilizam sua conta do Google para sincronização de e-mail, calendário, contatos, etc., bem como, épossível sincronizar contas empresariais de e-mail. Sabemos que esse recurso facilita muito nosso dia-a-dia para não ficarmos preenchendo todos os dados diversas vezes ao dia, por isso, existe aplicativos no Android Market que adicionam um nível extra de segurança, principalmente para esses aplicativos que utilizam a sincronização, basta procurar por “App Protector” que irá surgir uma vasta lista de aplicativos gratuítos e pagos para serem utilizados. Essas ferramentas permitem que seja adicionado uma senha para cada aplicativo individualmente, o que é muito útil para aplicativos de e-mail, mídias sociais, entre outros.

4.) Antes de instalar qualquer aplicativo em seu aparelho, leia o pedido de acesso as permissões que é exibido antes de toda instalação. Essas informações sempre serão exibidas antes de você realizar a instalação, será mostrado, por exemplo, permissões para acesso ao GPS, Contatos e Internet. Tenha em mente quais funcionalidades sua aplicação irá realizar e compare com as permissões solicitadas, por exemplo, um aplicativo de calculadora não precisa da permissão para acesso a Internet ou acessar suas informações pessoais. Fique atento!

5.) Sabemos que a maioria dos smartphones possuem Wifi que permite a conexão em redes sem fio, no entando lembre-se que as mesmas regras para computadores ainda se aplicam ao Android no acesso a hotspots WiFi. As informações enviadas nessas redes não são anônimas e existem várias pessoas conectadas, por isso evite acessar bancos ou fazer transações financeiras nessas redes.

6.) Mantenha todos os seus aplicativos e sistema operacional atualizados. O seu dispositivo periodicamente irá lembrá-lo de atualizações que devem ser instaladas a partir do Android Market ou até mesmo com sua operadora de telefonia ou fabricante. Manter-se atualizado é fundamental para a segurança, pois há muitos métodos para a obtenção de acesso a dados restritos que são descobertos a cada dia.

7.) Práticas comuns e as precauções de segurança muitas vezes não são efetivas, por isso que é muito importante fazer backup dos dados. Aproveite o tempo para criar backups regulares de seus aplicativos e configurações. Sincronizar seu telefone com o Google é uma coisa, mas fazer o backup de suas imagens, textos, vídeos e outros arquivos importantes é outra.

8.) Utilize Anti-Vírus, como o Android esta crescendo rapidamente, a quantidade de ameças que surgem são ainda maiores, por isso é muito importante utilizar um anti-virus que pode ser facilmente encontrado no Android Market. Algumas empresas além do anti-virus oferecem um pacote que inclui proteções adicionais, como backup, localizador do aparelho, bloquei remote, entre outros.

9.) Finalmente, na medida em que você aumentar a segurança em seu dispositivo Android, use o bom senso! Não instale aplicativos rapidamente sem ler o contrato de permissão ou opiniões dos clientes. Tenha cuidado ao navegar para sites aleatoriamente encontrados em códigos QR. Não guarde suas senhas em um arquivo no aparelho ou em um e-mail ligado ao seu aparelho. Tente não reutilizar suas senhas para maior segurança em caso de roubo de dados.

Com os passos acima você irá aumentar consideravélmente a segurança de seu smartphone ou tablet e se sentirá muito mais seguro em realizar suas tarefas do dia-a-dia.

É isso aí!
Post assinado por Marcos Ferreira

jan
02

Information Security – Uma visão mais “Humana”

Atualmente tanto nossa vida pessoal, quanto a profissional tem acontecido no meio virtual, online, etéreo e por ai vai. Isso nos faz viver em uma cultura de tranqüilidade gerada pela sensação boa de compartilhar, compartilhar de forma “segura” e divertida a nossa vida.

Como isso acontece? De forma simples, bem simples.

Hoje podemos experimentar uma receita nova no Restaurante do Genaro e fazer um check-in no FourSquare, na saída tomar um café no StarBucks e tirar uma foto do seu brownie para postar no Facebook, e logo na seqüência confirmar via twitter o “saídão” de logo mais na badalada casa noturna do outro lado da cidade. Detalhe, tudo isso pra comemorar a nova proposta de emprego que você conseguiu pelo Linkedin, onde seu Curriculum com seu histórico profissional te garantiu um melhor salário. Isso pode parecer fantástico, mas pense se você não conhece ninguém com esse perfil… Garanto que alguém na agenda de seu smartphone se encaixa aí.

Poderíamos fazer uma análise simples de vulnerabilidades?

Hoje vulnerabilidades não são mais só patches que não foram aplicados, anti-vírus ou firewalls que não foram instalados, hoje as vulnerabilidades começam em nossos procedimentos pessoais e corriqueiros, aquilo que chamamos de redes sociais. Felizmente para os nossos “Hackers”, pessoas de todos os escalões estão conectadas à uma rede social, pessoal, corporativa, híbrida e com hábitos documentados da melhor forma possível, publicamente. Hoje as vulnerabilidades têm início fora de um computador, elas têm início na sua vida pessoal, onde não podemos aplicar um patch ou instalar um firewall ou anti-vírus.

Os limites ficaram mais discretos, e um bom exemplo é o filme Takedown (http://www.imdb.com/title/tt0159784). Interesantíssimo, porque todas as vulnerabilidades estavam em pessoas, e nem havia na época Redes Sociais tão elaboradas quanto hoje.

O primeiro passo de um ataque bem sucedido hoje, começa por VOCÊ. Nesse exato momento, estão procurando pelo seu nome no Google, e imagine que com isso, os contatos do seu Smartphone Android, Apple ou Windows Phone podem estar sendo enviados para uma base de dados no Leste Europeu. Será Possível? Tenha a certeza que sim…

Lembra do começo desse artigo, onde o link com o mundo era o Smartphone? Pois é exatamente onde tudo pode começar, a Segurança da Informação passa a ser um assunto que deixa de ser só corporativo e merecer atenção só dentro das companhias e passa a ser pessoal, pois, não só grandes empresas têm segredos que valem milhões, nós temos nossos cartões de crédito, nossa conta bancária, fotos de nossos familiares, nossa integridade.

Quando se fala de Segurança da Informação em grandes empresas, não é quanto se investe, é literalmente onde se investe e de que forma buscamos a efetividade desse investimento. Creio que grandes empresas não precisam se preocupar com Redes Sociais ou a Engenharia Social, afinal temos um Proxy pra barrar tudo isso, pena que o Proxy não age em pessoas, pois toda grande empresa é feita desde grandes executivos com salários anuais na casa de um milhão de dólares, até a “Tiazinha do Café”, e o ponto democrático é que ambos podem ter uma conta no Facebook, família e ser suscetíveis.

Que tal começar a repensar seus valores em segurança?

dez
15

Premio de Competitividade Sebrae MPE Brasil 2011

Tensão…. Foi isso o que sentimos durante quase 2 horas na cerimonia de premiação Sebrae MPE Brasil 2011.

Em 2010 fomos finalistas, em 2011 quase 2.000 empresas apenas no estado de São Paulo concorreram em 6 categorias, e lá estávamos nós, na categoria de Serviços em Tecnologia da Informação. Foi sofrido, só estando lá para saber, mas ao final, fomos anunciados como os ganhadores da categoria e o lugar quase veio abaixo com os gritos de euforia e entusiasmo da equipe da TrustSign.

Esse premio para nós é o resultado de nossa preocupação constante em atender da melhor forma nossos clientes e parceiros, de inovar, prezar pela qualidade, muito esforço, dedicação, profissionalismo, qualidade, paixão, entusiasmo e muito trabalho em equipe!!!

Agradecemos a todos que nos acompanham, nossos clientes e parceiros, afinal é por vocês que nos esforçamos tanto e e graças a vocês que nos sentimos a cada dia desafiados em nos superar e fazer o melhor para atende-los!!!

dez
02

Certificado digital : Quebrando paradígmas

Algumas empresas entendem a certificação digital como algo necessário para o usuário VER e SENTIR-SE seguro na hora da interação. Assim, adquirem o certificado mais barato, afinal, certificado digital é tudo igual. Será?
Outro ponto importante e muito comum é encontrarmos websites com o domínio www.yyyyyyy.com.br que usam um certificado adquirido para o domínio www.xxxxxxx.com.br. Sem contar o uso de selos com a descrição SITE SEGURO. Resumindo: o conceito de certificado digital está sendo usado de forma equivocada e este artigo pretende esclarecer alguns dos pontos mais importantes.

1º paradígma: Certificado SSL é tudo igual!
Um certificado digital SSL é um certificado digital SSL. Realmente, não há diferença entre um e outro. A grande diferença dá-se quando analisamos o local onde a empresa que emite o certificado se encontra e o tipo de suporte e atendimento que ela presta.
Dificilmente uma empresa estrangeira que vende um certificado por um preço baixo vai prestar suporte técnico, afinal o atendimento teria de ser 24 horas para atender satisfatoriamente a todos os países e considerando o fuso horário, teria que contratar profissionais bilingues além de claro, custear as ligações internacionais.
Então, o que ocorrerá quando houver algum tipo de problema que envolva esse certificado? Haverá um tempo demasiado alto para a resolução do problema, se é que será resolvido, e podendo significar além de problemas na imagem da empresa, risco às informações dos usuários. Neste momento a empresa percebe que o barato saiu caro e que os certificados são todos iguais, mas o serviço que envolve o certificado certamente NÃO!

2º. Tem cadeado, tem certificado digital !
O cadeado está lá. Quando você acessa o website ele lhe direciona para uma página segura (HTTPS) e logo em seguida surge uma mensagem de erro perguntando se ‘quer continuar no website ou fechar a conexão’, e a barra do navegador fica vermelha, e agora? Está ou não seguro? NÃO. O ideal é fechá-la imediatamente, pois a mensagem de erro somada a barra do navegador que está vermelha, significa que o ambiente NÃO está seguro. O motivo, na grande maioria das vezes, é que o certificado instalado está vencido ou foi emitido para outro website que não é o que você está, e o usuário pode tornar-se vítima de um roubo de dados e ter problemas imensuráveis.
Outro aspecto importante é o selo exibido, não sua descrição, mas a interação que ele fornece ao internauta. O número de websites que clonam selos hoje, apenas para enganar os internautas, é muito alto e cresce a cada dia. Devemos saber que se o site exibe um selo de SSL ou certificado SSL, esse selo não pode ser estático, ou seja, ele deve interagir com você. Ao clicar sobre ele deve ser aberta uma nova janela ou pop-up onde sejam exibidas informações sobre o website, o certificado, etc. Assim, se você clica sobre a imagem e nada acontece, CUIDADO. Você pode estar sendo vítima de uma tentativa de fraude!

3º. SITE SEGURO, eis o grande problema!
O uso do termo “site seguro” para certificados digitais é completamente ERRADO. Um certificado digital ou certificado SSL garante apenas a AUTENTICIDADE e a CRIPTOGRAFIA das informações, nada mais. Quando falamos de um site seguro temos que considerar o modo como ele foi feito, linguagem utilizada na programação, servidor hospedado, infra-estrutura do local onde está instalado o servidor, serviços disponíveis e outros, ou seja, SSL com selo de SITE SEGURO é ilusão. Temos ainda vários outros aspectos, entre os quais, alguns certificados SSL podem ser suscetíveis a fraudes.
Em julho deste ano as companhias aéreas e seus clientes foram vítimas de roubo de contas e milhas de programas de fidelidade. Os criminosos virtuais criaram sites maliciosos registrados e criados com o único objetivo de roubar clientes das companhias aéreas com endereços que diziam estar ligados às companhias, quando na verdade não estavam. Alguns clientes relatam ter perdido até R$12 mil com o roubo de suas milhas.
Ou seja, no mundo virtual saber escolher e utilizar o certificado digital da forma correta faz toda a diferença. É sim necessário um bom suporte para auxiliar e direcionar a empresa contratante em possíveis crises. No caso do usuário final é preciso estar atento se o cadeado é válido e se realmente direciona ao site em questão. E por fim, deve-se entender que não existe site seguro, existe site autêntico, que criptografa as informações, mas que não está livre de ataques. Com a quebra desses paradígmas esperamos reduzir o número de crimes cibernéticos, que esse ano bateu os US$ 5,9 milhões.

out
26

Empresas sofrem quase 27 ataques virtuais por segundo

As empresas de todo o mundo sofrem 69 milhões de ataques virtuais por mês, o que representa uma média de 2,3 milhões de ataques por dia, afirma a Kaspersky. Segundo a empresa de soluções para segurança virtual, seus dispositivos trabalham contra mais de 70 mil programas corrompedores por dia.

Segundo a Kaspersky os softwares mais vulneráveis no Brasil são o Acrobat Reader, sendo a vítima em 33,5% dos casos, seguido do Flash (29%), Java (26%), Office (6%) e Internet Explorer (3,26%).

A vulnerabilidade das empresas se deve principalmente a má educação e a descuidos dos usuários, tanto em relação a não criar barreiras de proteção, como anti-virus e senhas, quanto a não atualização frequente de seus softwares.

Segundo o presidente da Kaspersky, Eugene Kaspersky, os ataques tem crescido muito de cinco anos para cá. Além dessa crescente insegurança virtual há ainda ataques dirigidos que as empresas nem chegam a descobrir.

Para a fabricante uma cultura de segurança corporativa é fundamental. “Os cibercriminosos têm tido sucesso ao atacarem empresas, governos e instituições. Há muito mais ataques do que imaginamos”, completa Kaspersky

ago
22

Brasil é um dos países que mais utiliza a internet como meio de compras

Brasil é um dos países que mais utiliza a internet como meio de compras
19/08/2011

A segunda edição da pesquisa “Neoconsumidor”, da consultoria GS&MD-Gouvêa de Souza, mostra que o Brasil é um dos países que mais utiliza a internet como meio de compras.

No Brasil, 96% dos entrevistados afirmaram que já fizeram compras pela internet ou o fazem com regularidade. É um leve crescimento sobre 2009, quando foi feita a primeira edição da pesquisa: naquele ano, 92% dos entrevistados brasileiros informavam utilizar a rede para compras. O percentual coloca o Brasil acima da média mundial – nos 15 países pesquisados pela GS&MD, a média é de 88% e não cresceu desde 2009.

O fenômeno fica ainda mais acentuado quando considerado apenas o segmento de compras coletivas. No país, a proporção de internautas que utilizam ou já utilizaram estes tipo de site é praticamente o dobro da média dos demais países. Segundo o estudo, 51% dos brasileiros já utilizaram a modalidade, contra 28% nas outras localidades. Além disso, apenas 1% dos brasileiros entrevistados informou nunca ter ouvido falar em compras coletivas, ante 18% da média geral.

“O Brasil tem uma abertura em incorporar canais digitais muito grande. Vide o que já aconteceu nos sites de redes sociais, e mesmo com os de compra coletiva”, diz sócio sênior da GS&MD,Luiz Góes.

(19/08/2011) Executivos Financeiros, http://www.executivosfinanceiros.com.br/noticias_mostra.asp?id=82014, Visitado em 22/08/2011)

ago
02

Entre os novos consumidores do e-commerce, 61% são da classe C

Os consumidores de baixa renda vem ganhando cada vez mais espaço no e-commerce brasileiro. De acordo com dados levantados pela
e-bit, empresa especializada em informações do setor, 61% dos novos entrantes no primeiro semestre de 2011 possuem renda familiar igual ou menor a R$ 3 mil.

Em 2009, 44,6% do total de e-consumidores do mercado pertenciam à classe C. No primeiro semestre de 2011, esse mesmo número subiu para 46,5%, o que corresponde a aproximadamente 5 milhões de novos consumidores durante esse intervalo de tempo.

“O crescimento da baixa renda no e-commerce é relevante e deve continuar em evidência para os próximos anos. Percebemos que esse consumidor chega ao novo canal já adquirindo produtos de alto valor agregado como eletrodomésticos, eletrônicos e artigos de informática. A partir dessa primeira experiência, muitas vezes parcelada em 12 vezes sem juros no cartão de crédito, esse indivíduo passa a considerar a internet como novo canal de compras no seu repertório de opções”, avalia Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit.

Um dos fatos que comprovam as compras de produtos mais caros por parte desses consumidores é o tíquete médio elevado. Apesar de possuírem uma menor freqüência de compra e menor renda, o tíquete médio registrado no primeiro semestre de 2011 foi de
R$ 320,00, contra R$ 355,00 do total de compradores da internet.

É relevante destacar a maioria feminina desse novo consumidor. Ao longo dos seis primeiros meses de 2011, 55% dos novos entrantes da Classe C pertenciam a esse gênero. No que diz respeito à idade, 24% dos que fizeram a primeira compra, possuíam entre 35 e 49 anos.

Ainda de acordo com dados da pesquisa, 22% dos consumidores possuíam ao menos o ensino superior completo, enquanto que 78% não possuíam ainda graduação. A região Sudeste possui a maior fatia dos novos e-consumidores de baixa renda – 64% do total – seguida das regiões Nordeste e Sul com 14% e 12%, respectivamente.

(01/08/2011) Executivos Financeiros, http://www.executivosfinanceiros.com.br/noticias_mostra.asp?id=80966, Visitado em 02/08/2011)

jul
29

SITES DE E-COMMERCE SÃO ATACADOS

No dia 27/07/11, um de nossos profissionais percebeu um ataque de larga escala de infecção em massa. O alvo dos ataque são sites de comércio eletrônico utilizando a plataforma osCommerce.

Uma vez que a vulnerabilidade do site é explorada, um iFrame malicioso é injetado nas páginas, direcionando para diversos javascripts hospedados em hosts externos, visando direcionar silenciosamente o browser de usuários navegando nestes sites para drive-by exploits.

Uma pesquisa efetuada no google procurando pela string adicionada no iFrame mostra que atualmente existem mais de 400 mil páginas (não domínios) infectadas.

Como não foram identificados ainda nenhum sample do exploit utilizado para os ataques, acredita-se que todas as versões atuais são vulneráveis. O exploit utilizado é um 0-day, o que significa que possivelmente os desenvolvedores do portal osCommerce ainda nem tenham sido alertados sobre a vulnerabilidade.

Existe um grande risco de que o TimeLine de desenvolvimento de uma correção para atualização dos portais infectados seja muito grande e faça com que a infecção torne-se cada vez mais difícil de ser contida, uma vez que os atacantes podem a qualquer momento modificar os iframes e alterar os endereços onde os exploits e malwares estão hospedados.

Deve-se ter muito cuidado ao acessar sites de e-Commerce nos próximos dias, uma vez que estes portais podem ficar sem atualização por muitos dias, alem da dependência de atualização por parte dos mantenedores.

Muito importante também é manter seu software de antivírus bem atualizado porque algumas assinaturas bloqueando alguns JavaScripts maliciosos já estão sendo colocadas, o que ameniza os efeitos nocivos nos usuários.

jul
26

Hackers aproveitam eventos trágicos para aplicar novos golpes na Internet

Os eventos trágicos que ocorreram na Noruega e a morte repentina da cantora britânica Amy Winehouse puxaram um volume ainda maior de atividades fraudulentas na Internet.

A rede ThreatSeeker do Websense Security Labs detectou uma proliferação de golpes no Facebook oferecendo‘clipes da Amy Winehouse momentos após a sua morte, e outros semelhantes.

O tipo de golpe nesse caso é um “golpe de pesquisa”, que requer o preenchimento de uma pesquisa e promete mostrar um clipe ‘exclusivo’ em troca. O preenchimento da pesquisa simplesmente transfere dados (e, portanto, dinheiro) para o golpista sem visualização do vídeo prometido.

Fonte: Redação, Hackers aproveitam eventos trágicos para aplicar novos golpes na Internet,
(25/07/2011) Executivos Financeiros, http://www.executivosfinanceiros.com.br/noticias_mostra.asp?id=80620 Visitado em 26/07/2011)

jul
21

A privacidade na internet

[photopress:1205808_60351829.jpg,full,centered]

Não é a primeira vez que postamos algo sobre o tema, mas vamos aproveitar este momento em que o filme ‘cilada.com’ está tocando no assunto para falarmos sobre o poder de compartilhamento x a privacidade na web.

Em um momento em que se multiplicam as redes sociais disponíveis e no qual cresce o número de usuários, a privacidade vai ficando para segundo plano. O ex-vice-presidente dos Estados Unidos Albert Gore disse nesta terça-feira na Campus Party do México que “em quase todos os países (…) as pessoas aceitaram a violação de sua privacidade em troca da comodidade (da internet)”.

Então a TrustSign gostaria de saber: e você? Como lida com suas informações na internet? Está sempre atento com o que publica ou não acredita que isso possa lhe prejudicar, e compartilha MESMO suas informações?

Comente. Queremos ouvir sua opinião!

Fonte: Redação, Al Gore: “usuários aceitam violação de privacidade” na internet (19/07/2011) UOL Notícias. Economia, http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/07/19/al-gore-usuarios-aceitam-violacao-de-privacidade-na-internet.jhtm . Visitado em 21/07/2011)

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