mai 17 2012

Certicode – Certificado digital atende pequenos e médios varejistas online

A TrustSign, certificadora digitais do Brasil, está lançando o CertiCode, uma linha de certificados digitais que alia credibilidade, agilidade e qualidade à loja virtual que utiliza o serviço. Isso, porque a certificação do portal varejista e um selo de segurança autêntico conferem mais segurança ao website não só quanto à criptografia e autenticidade daquele endereço, mas aumenta a confiabilidade da empresa que o apresenta, o que resulta em aumento de vendas.

A TrustSign é a única autoridade certificadora do Brasil com dois ROOTs de emissões diferentes que assinam os certificados, o que garante aos clientes finais um Plano de Continuidade de Negócios, de forma que mesmo em casos extremos ele continue sendo atendido normalmente. Além disso, a linha é compatível com 99,3% dos navegadores em uso atualmente e com dispositivos móveis (WTLS), uma vantagem principalmente para lojas online de pequeno e médio porte, visto que o serviço oferece boa cobertura com o melhor custo benefício do mercado.

Ao adquirir um certificado digital é preciso pensar em todas as etapas da contratação do serviço, ou seja, na credibilidade do fornecedor e do selo que será exibido no site até o suporte no dia a dia e em situações de emergência. “A TrustSign disponibiliza um time especializado, formado por profissionais experientes e totalmente focados, para o atendimento por telefone ou e-mail em regime de 24 x 7. Ou seja, o suporte é imediato para as mais variadas dúvidas e necessidades e em português, independente do ambiente do cliente”, afinal, um dos maiores problemas hoje para quem adquire certificado e selo de segurança de empresas no exterior é exatamente a dificuldade de comunicação, já que não há base de suporte especializado ou no idioma necessário, além de problemas com fuso horário e a falta de um seguro de responsabilidade civil, o que vale também para revendas brasileiras, pois, elas repassam os serviços do exterior e aí surge a questão relativas a quem o cliente poderá acionar no caso de um problema. Conosco esses problemas não existem!

Os certificados CertiCode respeitam as normas do NIST (National Institute of Standards). Todos são emitidos em raiz de 256 bits e no máximo em até 72 horas. “Há também a possibilidade de emissão em caráter de urgência em um período de até 24 horas. Na maioria das vezes, entretanto, cumprimos prazo bem inferior!

Quer saber mais informações sobre essa linha de certificado? Entre em contato com um de nossos especialistas através do e-mail comercial@trustsign.com.br.

mai 16 2012

No Brasil, 93% já fizeram compras online

Cada vez mais, os brasileiros trocam as lojas físicas pelo consumo em poucos cliques. Noventa e três por cento dos usuários de internet no Brasil já realizaram compras online, sendo que 62% o fazem todo os meses. Os dados fazem parte da pesquisa sobre o comportamento do e-consumidor brasileiro realizada pela Hi-Mídia, empresa especializada em venda de mídia online com foco em segmentação e performance, com a maior rede de sites verticais do país, e pela M.Sense, especializada no estudo do mercado digital. A pesquisa ouviu 1.214 pessoas das cinco regiões brasileiras, entre os dias 4 e 12 de abril.

De acordo com o estudo, a internet é a grande influenciadora na hora de o consumidor se decidir por uma compra. Mais do que ouvir a opinião de parentes e amigos, 77% dos entrevistados afirmaram que adquirem informações sobre os produtos em sites de busca, redes sociais, blogs ou sites institucionais das empresas. “E mesmo quando a compra não é realizada pela internet, a consulta de informações na rede é considerada essencial no processo de decisão, o que torna necessária a presença digital mesmo para marcas que não utilizam o canal de venda online diretamente”, afirma Bruno Maletta, sócio da M. Sense.

Apesar da diferença no volume de investimento ainda ser muito grande, a publicidade online ganha cada vez mais importância junto aos usuários de internet – 47% a consideram muito influente, contra 38% que julgam que a publicidade na TV exerce muita influência na hora da compra.

Perfil do e-consumidor

Noventa e três por cento dos entrevistados das classes C/D/E já são e-consumidores, contra 90% dos pertencentes às classes A/B. Noventa e seis por cento dos entrevistados entre 25 a 29 anos consomem online, contra 94% dos que têm até 24 anos e 93% dos que possuem entre 40 e 49 anos. O Nordeste é a região campeã – 96% dos entrevistados realizam compras online, contra 92% dos habitantes das regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste/Norte. Entre os homens, 94% fazem compras online, contra 91% das mulheres entrevistadas.

Preço e comodidade

Dos internautas, 68% fazem compras online por causa do preço (principalmente entre os homens) e 56% por conta da comodidade (mais citado pelas mulheres). Variedade dos produtos, facilidade de pagamento e busca de informações e dicas também foram apontadas pelos entrevistados como principais motivos para comprar online. A pesquisa aponta que praticamente todos os consumidores comparam preços na internet antes de fazer suas compras, independente se as realizarão em lojas físicas ou online.

Produtos

Eletrodomésticos e artigos de informática ainda são os campeões de compra, citados por 76% dos entrevistados, seguidos dos eletrodomésticos (56%), de livros e revistas (39%), de roupas, acessórios e calçados (34%). A Americanas.com foi lembrada por 22% dos entrevistados, e Submarino, com 16%. As duas marcas encabeçam o top of mind, tanto entre usuários das classes A/B quanto entre os da classe C. Já os alimentos e bebidas ainda sofrem rejeição, sendo apontados por 34% como um produto que eles não comprariam online, seguido de joias (29%), automóveis e autopeças (24%) e flores (23%). A alegação dos usuários é que precisam avaliar os produtos pessoalmente.

E-mail marketing

Um em cada cinco usuários entrevistados sente-se irritado quando encontra publicidade em suas caixas de e-mail e 47% consideram-se invadidos quando recebem e-mails para os quais não deram autorização. Porém, 49% querem ter acesso a mais ofertas relevantes por e-mail e 54% afirmam que lojas e sites de compras coletivas deveriam enviar apenas ofertas personalizadas, indicando que o e-mail marketing pode ser uma das melhores formas de contato com o consumidor, desde que trabalhado corretamente. “O consumidor online deseja que as empresas entendam e respeitem seus hábitos de consumo. Nesse cenário, a segmentação e a personalização de ofertas e conteúdo se tornam cada vez mais relevantes para o sucesso da relação entre as marcas e os e-consumidores”, afirma Julien Turri, CEO da Hi-Mídia.

Fonte: Executivos Financeiros – 15/05/2012

mai 14 2012

95% das pessoas são suscetíveis à engenharia social

Seres humanos não têm “patch de segurança”.

A mais eficiente das modalidades de invasão, segundo Carlos Arruda, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento e Operações da In2Sec, está longe das máquinas. É a “Engenharia Social”. Há uma nova fronteira quando se fala de segurança, que é justamente as pessoas serem um novo perímetro, pois, seres humanos não têm patchs de segurança.

“O ser humano é um mix de experiência, motivação, crença e conhecimento, com tudo isso podemos ter ou não pessoas suscetíveis à engenharia social, e hoje mais de 95% o são! Com a crescente onda de redes e mídias sociais, podemos alcançar desde um mecânico de trem de pouso até o engenheiro de sistemas de armas embarcadas, podemos avaliar a sua vida profissional e pessoal, criar um estímulo para que ele seja motivado a acessar um website, executar um arquivo, se plugar em uma rede wireless ou mesmo enviar informações que aos olhos de leigo, não são importantes”.

As motivações para ataques patrocinados são as mais variadas, indo da espionagem industrial até um ataque sutil a marca de um concorrente. “Com a globalização e as poucas fronteiras que hoje existem na internet, criamos novos concorrentes além do horizonte e muitas vezes de nossa imaginação. Temos um processo denominado grampo digital, o qual funciona da mesma forma que um grampo de telefone, e serve para que o hacker aprenda sobre seus processos, seus fornecedores, obtenha acesso a clientes estratégicos e claro, a seu plano de negócios. O que motiva isso? Fraudes, impactos diretos a marca, desestabilização da estratégia, dentre vários outros fatores, onde claro, não podemos esquecer a espionagem industrial. Não é a toa que concorrentes lançam produtos similares com tão pouca diferença de tempo. Ao final, o que custa mais caro, todo um processo de desenvolvimento de produtos, estratégia de marketing e todos os demais processos relacionados para que algo seja criado, ou o impacto direto ao concorrente?”

Vulnerabilidades de SQL Injection, Cross Site Scripting e Sequestro de Sessão são as mais exploradas, seguidas de problemas com os ataques de DDoS, e novamente, do ser humano, o qual por falta de conhecimento técnico, economia de tempo ou “motivação” são as mais comuns.

Saindo do paradigma de que segurança da informação é apenas preocupação de TI, esta preocupação deve contemplar pessoas, processos e ativos, e deve ser feita por quem tenha um background forte de segurança nessas vertentes. “É muito comum que muitas empresas hoje optem pelo investimento mais baixo ou não busquem referencias sólidas sobre quem as apoiará nesse critério, e aí acabam se deparando muitas vezes com empresas de Tecnoogia da Informação que revendem soluções de segurança, mas não possuem o conhecimento do todo, conhecem apenas sobre instalação e configuração da solução revendida, e isso é quase nada de segurança.

Um exemplo clássico é o das empresas que adquirem um certificado digital de uma revenda apenas para exibir um selo de site seguro, imaginando que estarão tranquilos e cobertos, porém não analisam o suporte fora de horário comercial, se ela possui seguro próprio para cobrir incidentes com o certificado etc. É preciso se prevenir, contar com apoio sólido e realmente especializado, analisar os investimentos já realizados e direcionar os aportes futuros. Não basta pensar apenas em criar regras de firewall ou analisar a segurança, porque no final o que conta não é analisar um site ou a empresa, mas sim manter a disponibilidade, integridade e a devida confidencialidade”.

Escrito por Francine Machado – IP NEWS

mai 07 2012

Dicas para controle dos filhos na Internet

As crianças de hoje tem acesso cada vez mais cedo à Internet e, consequentemente, às redes sociais, exigindo dos pais uma dedicação maior para compreender as atividades online de seus filhos e estabelecer regras apropriadas.

Neste artigo, apresento algumas dicas que podem ser aplicadas no cotidiano, sem deixar de lado o uso de softwares que ajudam a monitorar e implementar regras mais rígidas. Esse tipo de software, conhecido como Controle de Pais, oferece uma melhor combinação para proteger as crianças online, determinando o tempo que é permitido no uso do computador, bloqueando sites com conteúdo impróprio, dentre outras funcionalidades. Confira abaixo algumas dicas que já irão ajudar:

Uso do Computador
1.Os pais precisam determinar a quantidade adequada de tempo on-line para cada criança. Isso pode significar apenas alguns dias da semana, algum tempo extra nos fins de semana ou impor um tempo definido durante a noite.
2.Oriente seus filhos a nunca passar informações pessoais online e não responder à mensagens de pessoas que não conhecem.
3.Enquanto estão online, observe. Se possível, mantenha os computadores da família em áreas abertas.
4.Explique claramente o que é um comportamento apropriado e insista para que essas regras sobre a Internet sejam aplicadas em casa e na escola.

Facebook
1.Organize seus amigos em Listas, isso irá facilitar o controle de privacidade que cada pessoa poderá visualizar;
2.Em configurações de privacidade, escolha o nível personalizado, você terá um controle maior e poderá adicionar as listas criadas anteriormente;
3.Em ‘como conectar’, você pode restringir como as pessoas podem te encontrar;
4.Na opção ‘Perfil’ e ‘Marcação’, existem configurações importantes, como quem pode publicar no seu mural e as marcações feitas em fotos;
5.Álbuns de fotos: nas configurações dos álbuns existe a possibilidade de restringir o acesso a certas pessoas ou manter o conteúdo privado. Neste caso a pessoa poderá adicionar as listas criadas anteriormente para fazer um controle;
6.Procure usar senhas fortes, que tenham caracteres com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais;
Alguns cuidados simples podem aumentar consideravelmente a sua segurança e a dos seus filhos online. Porém, o uso de softwares para se obter um controle maior, se torna indispensável. Procure sempre a ajuda de um especialista de confiança que seja ético, pois o mesmo deverá explicar o funcionamento da ferramenta (como ativar e desativar) e também deve garantir que nenhuma informação pessoal obtida através do uso dessas ferramentas será divulgada.

Na dúvida, não use!

(Por Marcos Ferreira – Especialista em Segurança da Informação da TrustSign)

abr 25 2012

BYOD – Um dia você terá um…

Interessante não?!

BYOD não é um filme de ficção ou uma nova marca de produtos preocupados com meio ambiente. BYOD é o acrônimo de Bring Your Own Device (Traga seu próprio equipamento – sendo bem literal). Essa é uma prática que vem se espalhando de forma extremamente rápida com um objetivo bem natural: Ganhar tempo e produtividade.

Mas o que é o BYOD na prática, olhe ao seu redor e dependendo de onde você estiver verá alguém com seu “device” pessoal acessando algo de trabalho como calendário, agenda, emails ou outros recursos. Isso pode acontecer dentro de uma empresa ou em um café, mas ele estará usando o recurso pessoal para fins corporativos, no único intuito de produtividade, e em minha opinião de colocar mais uma bola com corrente em seu pé…

Isso é uma prática que está crescendo de forma rápida, ninguém pode negar que a produtividade está aumentando, pois o seu “personal device” acaba de se tornar um asset da sua empresa, pois agora tu acessa sua agenda corporativa, tu acessa seus emails, ou seja, o seu pessoal se tornou uma extensão da empresa.
Juntamente com a “Produtividade” o BYOD traz uma nova onda de ameaças, ameaças essas que fogem ao controle da companhia, pois ao mesmo tempo em que a produtividade é alcançada, novos vetores de acesso às ferramentas e serviços corporativos são incluídos no radar da TI. Hoje temos três vetores básicos que aumentam a porosidade da Infraestrutura corporativa, são eles o Notebook, o Smartphone e o popular Tablet. Antes tínhamos a razão de 1:1, um notebook para uma pessoa, por exemplo, hoje temos 3:1 , um notebook, um smartphone e um tablet para uma pessoa. Sendo assim aumentaram as vias de acesso e para cada acesso à infra um novo risco se acrescenta à integridade da Segurança da Informação. Nós podemos quantificar isso hoje em dia.

Independente de Marca, Sistema Operacional ou Aplicativos, todos se tornam vetores de ataque e acesso e com isso são promovidos a pontos de fuga de informação, pois com meu tablet eu posso acessar um dashboard da minha empresa, sendo este o mesmo tablet que eu baixei o Angry Birds Infectado (uma versão free do Angry Birds foi recompilado com um Malware que rouba informações via 3G) para relaxar no café.
O uso de equipamento pessoal para fins corporativos gera um gap muito grande para Segurança da Informação, pois a principal segurança desse equipamento vem do bom senso do seu dono, e sendo ele pessoal a TI não tem direitos ou políticas para aplicar templates, baselines , softwares ou práticas de segurança.

A produtividade atrelada ao BYOD vem com um aumento exponencial de risco, pois hoje usar smartphone e tablets não garante segurança, agnosticamente os ataques acontecem em todos os vetores, sistemas operacionais e até em aplicativos diversos. Foi-se o tempo em que o iOS não tinha falhas e vulnerabilidades e só o Windows era o vilão. As falhas sempre existiram, só não eram exploradas, mas agora… Siga os updates.

Hoje o BYOD é uma tendência e a produtividade almejada pode vir, mas a TI corporativa deve tomar o mínimo
de cuidados para que a produtividade não gere perdas maiores que as vantagens oferecidas. Existem práticas, procedimentos, softwares de gestão e outros pontos de controle, mitigação de defesa para ajudar o BYOD a realmente se consolidar como uma prática de aumento de produtividade. E vamos deixar claro, não existe receita de bolo em segurança, pois cada empresa tem seu DNA e deve ser protegido de forma única, a caixinha que serve para mim, não vai servir para vocês.

Ah, escrevi esse artigo do meu laptop corporativo, não quero escravizar meu “own device”.

Até a próxima!
(Por Carlos Arruda, Gerente de Operações)

abr 18 2012

Trojan infecta cerca de 2,3 mil Macs no Brasil

O Brasil é o segundo país da América Latina com mais casos de infecção pelo Flashfake
Cerca de 620 mil computadores Mac já foram infectados pela rede botnet Flashback Mac OSX (Flashfake), de acordo com analistas da Kaspersky Lab. A ameaça se propaga por meio de um aplicativo malicioso em java disfarçado de atualização de plugin.

De acordo com o relatório da Kaspersky Lab, já são aproximadamente 301 mil bots ativos nos Estados Unidos, cerca de 95 mil no Canadá, mais de 27 mil infecções no Reino Unido e outros 41.600 casos na Austrália.
O Brasil aparece em segundo lugar na região com 18%, cerca de 2,3 mil vítimas de casos de infecção e o número vem crescendo. A empresa recomenda que usuários de versões antigas do sistema da Apple atualizem seus softwares o mais rápido possível.

abr 16 2012

45% dos internautas brasileiros que possuem cadastro em redes sociais já tiveram seus perfis invadidos por cibercriminosos

45% dos internautas brasileiros que possuem cadastro em redes sociais já tiveram seus perfis invadidos por cibercriminosos é o que aponta uma pesquisa da Norton. Esse tipo de crime online já é o segundo mais frequente na internet do país.

De acordo com a pesquisa, a média mundial de tempo de conexão semanal por internauta é de 24 horas, porém, no Brasil, essa média é maior: 30 horas. Segundo a Norton isso representa um grande risco, pois quanto mais tempo um usuário fica conectado, mais suscetível ela está a cibercrimes. O risco pode ser ainda maior quando o internauta não possui nenhum software de segurança ou anti-virus, como é o caso de 69% dos brasileiros de acordo com a pesquisa.

abr 12 2012

Você sabe o que é Esteganografia?

- Onde está a mensagem secreta que você disse que ia me enviar?
- Eu enviei, está na foto da última viagem à praia que realizamos.

Esteganografia é o método de esconder um determinado dado em outro tipo de mídia. A mídia que armazena os dados escondidos não aparentam em nenhum momento que contém dados escondidos. Apenas quem enviou e quem recebeu a mensagem irão conseguir visualizar a mensagem escondida. A mensagem escondida pode estar armazenada em um gráfico, um arquivo mp3, uma imagem JPEG, dentre outros tipos de mídia.

A mensagem pode ser criptografada ou não, depende do tipo de programa e mídia utilizado. Mensagens escondidas criptografias podem atrair a atenção de usuários maliciosos, mas em determinados casos é melhor criptografar, pois mesmo usuários com conhecimentos sobre a técnica, não poderão visualizar a mensagem.

A esteganografia é um tipo de segurança realizada através da obscuridade.
Existem diversos programas que realizam esteganografia. Um deles é o JP Hide and Seek (http://linux01.gwdg.de/~alatham/stego.html).Este programa permite que dentro de um arquivo JPEG seja embutido outro arquivo, como um pdf. O programa irá criptografar esse arquivo de acordo com uma senha definida pelo usuário.

É importante salientar que, cada arquivo JPEG possui uma capacidade de armazenamento de dados que varia de acordo com o tamanho do arquivo. Quanto maior o arquivo, maior a capacidade de armazenamento. Mas como você poderia enviar uma mensagem utilizando a esteganografia em um meio não digital? Você poderia escrever uma mensagem utilizando uma tinta invisível, e eu precisaria dos componentes químicos necessários para revelar a tinta. Outro método é enviar uma fotografia em que, a mensagem secreta só será revelada se a fotografia for posta contra a luz.

Estes foram apenas alguns exemplos de como utilizar a esteganografia. Existem muitos outros, comente os que você conhece.

(Por Fabrício Santos)

mar 28 2012

O que é Data Loss Prevention? (DLP)

O termo Data Loss Prevention (DLP) é utilizado na área de Segurança da Informação para se referir a sistemas e metodologias que possibilitam as empresas a reduzir o risco do vazamento de informações confidenciais. Os sistemas DLPs podem identificar a perda de dados através da identificação do conteúdo, monitoramento e bloqueio de dados sensíveis, ou seja, identificar, monitorar e proteger os informações confidencias que podem estar em uso (máquinas dos usuários), em movimento (na rede corporativa) ou armazenadas (banco de dados, servidores, etc) .

Além do termo DLP, alguns fabricantes utilizam variações do termo, como: Data Leak Prevention, Information Leak Detection and Prevention (ILDP), Information Leak Prevention (ILP), Content Monitoring and Filtering (CMF), Information Protection and Control (IPC) ou Extrusion Prevention System.

Hoje existem 3 tipos de proteção DLP que podemos utilizar em redes corporativas, Network DLP (Data in Motion – DiM), Storage DLP (Data at Rest – DaR ) e Endpoint DLP (Data in Use – DiU).

Network DLP
Pode ser uma solução em hardware ou software, sendo instalado em todos os pontos de saída dos dados da rede corporativa para Internet. Os dados serão analisados para identificar informações confidenciais que estão violando as políticas de segurança da empresa.

Storage DLP
O Storage DLP se aplica a qualquer sistema que contém dados como compartilhamentos de arquivos, bancos de dados, etc. Este recurso permite descobrir dados sensíveis que estão armazenados e que estão violando as políticas de segurança da empresa.

Endpoint DLP
Normalmente é uma solução baseada em um agente que fica instalado nas estações de trabalho e laptops e permite o monitoramento e bloqueio para todos os dados sensíveis que saem através de dispositivos removíveis, como disquetes, CDs, USBs, etc. Fornecendo também a auditoria e proteção dos dados segundo as políticas de segurança da empresa.

Neste breve artigo você viu os conceitos básicos de Data Loss Prevention e obviamente este assunto poderá se estender muito mais e em breve voltaremos a abordar o assunto mais detalhadamente. A TrustSign trabalha com as soluções DLP da RSA, uma das empresas líder de mercado.

(Por Marcos Ferreira – Especialista em Segurança da Informação da TrustSign)

mar 20 2012

“Mobilization”-Smart e Vulnerável?

Hoje podemos ver que o crescimento do uso dos equipamentos móveis, ganhamos tempo, agilidade, diversão, contato social digital e podemos dizer que ganhamos o mundo. Afinal a tecnologia aplicada nessas maquininhas maravilhosas surpreende dia a dia, visto a velocidade de evolução que o mercado impõe hoje.

Fico impressionado de saber que hoje o meu celular Android, tem mais capacidade de processamento que meu primeiro computador.

Com todo esse “poder de fogo” ganhamos grandes presentes das indústrias de hardware e software móbile: jogos incríveis, aplicativos para tablets e smartphones que vão de internet banking a visualizadores de manga ( uma atividade interessante para uma boa fila ).

Qual a tendência do movimento de “Mobilization”? Qual o limite de atividades que teremos com dispositivos móveis? Quantos poderão ficar longe dessas pequenas maravilhas?

Hoje, internet é acessível, dispositivos intuitivos são baratos, milhares de grandes aplicativos grátis, criando a cultura de aplicativos que não precisamos, mas é sempre fashion termos e outros fatores relevantes, mas porque falar isso?

Tendência… A mesma tendência de utilização nos deixa também vulneráveis
Os dispositivos móveis estão hoje tão presentes no dia a dia, que já realizamos transações por ele, como o “tap and go” para móbile payments, tiramos fotos intimas, anotamos senhas, temos os nossos emails corporativos e pessoais sincronizados, temos a vida que antes ficava em nossos PCs ,agora estão nos nossos bolsos.

Os riscos e vulnerabilidades técnicas se espalharam, hoje o status de desenvolvimento de vírus, malwares, scareware e até phishing para dispositivos moveis crescem na mesma ordem que os de infra estrutura fixa.
Temos até o uso do QR Code (Quick Response), que muitos usam para sites, promoções, etc. Um código que com a câmera do celular é possível “scanear” e ele te remete a um site ou aplicativo, hoje esse site pode infectar o dispositivo com um malware que vai pegar as suas informações e mandar em um SMS “técnico” nativo do dispositivo que não aparece em sua lista de mensagens. O mini-USB conectado no seu notebook é capas de infectar ou ser infectado na hora da carga. Jogos pagos estão sendo distribuídos gratuitamente depois de um refactoring para inclusão de ferramentas backdoor e outras ameaças criativas.

Hoje o Jailbrake ou Rooting que são feitos nos smartphones ou tablets para terem suas capacidades “destravadas”, são fontes incríveis de vulnerabilidades. Hoje os usuários de dispositivos móveis faz um trade off entre capacidade de liberdade (jailbrake e rooting) por vulnerabilidades infinitas, já que os mesmos que implementam essas ferramentas são os mesmos que podem criar as ameaças móveis e abrir as portas da “liberdade”.

Hoje o mercado passa a olhar com mais cuidado para as ameaças móveis, visto que hoje o celular é mais corporativo que seu notebook e a cada dia surgem novas fontes de defesas, mas não é da cultura do usuário de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, se informarem sobre as novas ferramentas de defesa dos seus adorados gadgets.

Vamos ser mais smart com nossa tendência de “Mobilization”. Opa, já viram um programinha que lembra você de comer a cada 3 horas, preciso dele?

(Por Carlos Arruda, Gerente de Operações)

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